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Vibe Coding e IA no desenvolvimento web: potencial e precauções

Recentemente, li um artigo do Estadão sobre “vibe coding”, termo usado para descrever a abordagem que utiliza inteligência artificial para transformar descrições em linguagem natural em código funcional.

No meu dia a dia como desenvolvedor WordPress e React, já utilizo ferramentas como Cursor, Claude, GitHub Copilot no VS Code, ChatGPT e Google Gemini – sempre que as políticas da empresa permitem, e com o máximo cuidado para não expor informações sensíveis ou regras de negócio exclusivas.

Essas ferramentas ajudam a acelerar protótipos, sugerir padrões, gerar documentação e até atuar como uma espécie de “sparring” (programação em pares) — aquele parceiro de treino que desafia suas ideias, ajuda a pensar melhor e aprimora soluções.

Mas o artigo também traz alertas importantes:

  • Prototipar não é escalar
  • Código gerado por IA pode conter falhas de segurança
  • Sem revisão, o risco de acúmulo de problemas no código (a chamada “dívida técnica”) cresce rapidamente

Esses pontos reforçam a importância de ter uma base técnica sólida e saber estruturar bons prompts, para obter resultados mais assertivos e com menos retrabalho.

A vibe coding é uma aliada. Mas como toda aliada, exige maturidade, experiência e responsabilidade para gerar valor de verdade.

E você, já está surfando nessa onda com consciência?

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📎 Link para o artigo completo: https://lnkd.in/dYHHU4ad